Categoria: 1a Crônicas

O Primeiro Livro das Crônicas
Introdução
Os Livros de 1 e 2 Crônicas contam novamente os acontecimentos já registrados nos Livros de Samuel e de Reis, mas de um ponto de vista diferente. A história dos reis israelitas, como aparece nos Livros das Crônicas, tem dois propósitos principais:
1. Mostrar que, embora tivessem caído desgraças sobre os reinos de Israel e de Judá, Deus mantinha as promessas que havia feito à nação e continuava a realizar o seu plano para o seu povo através das pessoas que moravam em Judá. Como base para essa afirmação, o escritor conta as conquistas de Davi e Salomão, as reformas de Josafá, Ezequias e Josias e fala sobre o povo que continuou fiel a Deus.
2. Descrever o início da adoração a Deus no templo de Jerusalém e especialmente a organização do trabalho dos sacerdotes e dos levitas, que eram os encarregados do culto. Davi é apresentado como aquele que planejou o templo e o culto, embora tivesse sido Salomão quem construiu o templo.
Esquema do conteúdo
1. Genealogias de Adão até Davi (1.1—9.44)
2. A morte de Saul (10.1-14)
3. O reinado de Davi (11.1—29.30)
a. Problemas e conquistas (11.1—21.30)
b. Preparativos para a construção do templo (22.1—29.30)

  • 1a Crônicas, 29

    PREPARAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO
    1-5 Em seguida, o rei Davi, dirigindo-se a toda a comunidade, disse: “Meu filho Salomão foi separado e escolhido por Deus para essa obra. No entanto, ele é jovem e inexperiente, e o trabalho é desafiador. Não estamos falando de um simples local de encontro entre pessoas, mas de uma casa que será ponto de encontro com o Eterno. Eu me esforcei, de modo que tudo está preparado para a construção do templo ao meu Deus, todo o material necessário: o ouro, a prata, o bronze, o ferro, a madeira, as pedras preciosas e ornamentais, as pedras para o alicerce e para as paredes, tudo em grande quantidade. Além do mais, como tenho o coração nessa obra, além de tudo que preparei, estou entregando a minha fortuna pessoal de ouro e de prata para tornar essa casa um lugar de adoração ao meu Deus: cento e cinco toneladas de ouro puro de Ofir e duzentas e quarenta e cinco toneladas de prata refinada para o revestimento das paredes do templo, para o trabalho em ouro e prata dos artesões e artífices. “E quanto a vocês? Quem está disposto a contribuir para o Eterno?”

    6-8 Os chefes das famílias, os líderes das tribos de Israel, os comandantes e c tães do exército e os gerentes dos negócios do rei apresentaram-se, de bom grado, e contribuíram generosamente. Ofertaram para a construção do templo de Deus cento e setenta e cinco toneladas de ouro, dez mil moedas de ouro, trezentas e cinquenta toneladas de prata, seiscentas e trinta toneladas de bronze e três mil e quinhentas toneladas de ferro. Quem possuía pedras preciosas, entregou-as para o tesouro do templo do Eterno, que estava a cargo de Jeiel, o gersonita.

    9 O povo se alegrou com as ofertas voluntárias, pois todos contribuíram espontânea e generosamente! O rei Davi ficou muito feliz.

    10-13 Davi louvou o Eterno diante de toda a comunidade: “Bendito sejas, ó Eterno, Deus de Israel, nosso pai, desde muito tempo e para sempre. A ti, ó Eterno, pertencem a grandeza, o poder, a glória, a vitória, a majestade e o esplendor, Tudo que há no céu e na terra. O reino, ó Eterno, é todo teu! Estás acima de tudo. Riqueza e glória vêm de ti, e reinas sobre todas as coisas. Na palma das tuas mãos estão a força e o poder, para engrandecer e fortalecer todos. Aqui estamos, ó nosso Deus, para te agradecer e para louvar teu precioso nome.

    14-19 “Mas quem sou eu e quem é o meu povo para que tenhamos a ousadia de dar alguma coisa a ti? Tudo vem de ti. Estamos apenas devolvendo o que tu mesmo nos deste generosamente. Diante de ti, somos estrangeiros, peregrinos como nossos antepassados. Nossa vida é como uma sombra, insignificante. Ó Eterno, nosso Deus, toda essa abundância de material para a construção de uma casa para adorar ao teu nome vem de ti mesmo! Tudo veio de ti! Eu sei, ó Deus, que não te impressionas com o exterior. O que desejas é sinceridade. Por isso, contribuí de coração, honesta e voluntariamente, e me alegro ao ver todo o povo fazendo o mesmo, contribuindo espontaneamente. Ó Eterno, Deus de nossos antepassados Abraão, Isaque e Israel, mantém esse espírito voluntário para sempre neste povo. Que o coração de todos esteja arraigado em ti! Dá a meu filho Salomão um coração íntegro para obedecer aos teus mandamentos, seguir tuas instruções e teus conselhos e executar o plano da construção do templo.”

    20 Mais uma vez, Davi se dirigiu a toda a comunidade: “Louvem o Eterno, seu Deus.” Todos louvaram o Eterno, o Deus dos seus antepassados, e lhe adoraram com toda a reverência na presença do rei.

    21-22 No dia seguinte, mataram animais para o sacrifício e ofereceram ao Eterno mil bois, mil carneiros e mil ovelhas, com ofertas de bebida e muitos outros sacrifícios. Celebraram o dia inteiro, comendo e bebendo diante do Eterno com grande alegria.

    22-25 Depois disso, repetiram solenemente a coroação de Salomão, o filho de Davi, ungindo-o rei diante do Eterno. Zadoque foi ungido sacerdote. Salomão assentou-se no trono do Eterno como rei, no lugar do seu pai Davi. Tudo caminhou bem, e todo o Israel se subordinou a ele. Todos os líderes do povo, até mesmo os outros filhos do rei Davi, o aceitaram como seu rei e prometeram ser leais a ele. O Eterno fez que Salomão fosse aclamado pelo povo. Concedeu a ele poder e honra, como a nenhum outro rei de Israel.

    26-30 Davi, filho de Jessé, reinou sobre todo o Israel quarenta anos. Reinou sete anos em Hebrom e trinta e três anos em Jerusalém. Ele morreu em idade bastante avançada, com muita riqueza e glória. Seu filho Salomão foi seu sucessor. A história de Davi, desde o início até o fim, está registrada nas crônicas do vidente Samuel, do profeta Natã e do vidente Gade. Elas contêm detalhes do seu reinado, do seu heroísmo e de todos os acontecimentos relacionados a ele, ao povo de Israel e aos reinos ao redor.

  • 1a Crônicas, 28

    DISCURSO DE DESPEDIDA DE DAVI
    1 Davi convocou todos os líderes de Israel: os administradores das tribos, os chefes da administração do governo, os comandantes e c tães militares, os gerentes do patrimônio e dos rebanhos do rei e de seus filhos — enfim, todos que tinham algum cargo importante no reino.

    2-7 O rei Davi disse a eles: “Ouça-me, meu povo. Eu estava decidido a construir uma estrutura permanente para a arca da aliança do Eterno, um descanso para os pés de Deus. Mas, quando me preparava para construir, Deus me disse: ‘Você não poderá construir uma casa para me honrar, porque se envolveu em muitas guerras e matou muita gente’. O Eterno, o Deus de Israel, me escolheu entre toda minha família para ser rei sobre Israel. Antes, ele tinha escolhido Judá para ser a principal tribo; depois, escolheu minha família e, por fim, separou-me entre os filhos de meu pai e foi do agrado dele tornar-me rei sobre todo o Israel. Agora, de todos os muitos filhos que ele me deu, escolheu Salomão para ocupar o trono do reino do Eterno sobre Israel. Ele ainda prometeu: ‘Seu filho Salomão construirá a minha casa e os meus pátios. Eu o escolhi para ser meu filho, e eu serei seu pai. Se ele estiver determinado a seguir as minhas ordens e executar as minhas determinações, sustentarei seu reino para sempre’.

    8 “Portanto, publicamente, diante de todo o Israel, a comunidade do Eterno, e aos ouvidos de Deus, digo isto: Obedeçam e estudem todos os mandamentos do Eterno, o Deus de vocês, para que possam aproveitar ao máximo os benefícios desta boa terra e passá-la por herança a seus filhos, garantindo a eles um bom futuro.

    9-10 “E você, meu filho Salomão, procure conhecer bem o Deus de seu pai. Sirva-o de todo o coração e mente, pois o Eterno examina o coração e discerne todas as motivações. Se o buscar, você sem dúvida o encontrará, mas, se o abandonar, ele o deixará. Preste atenção: o Eterno escolheu você para construir sua casa santificada. Tenha coragem e determinação! Cumpra essa tarefa!.”

    11-19 Em seguida, Davi apresentou a seu filho Salomão os planos para a construção do complexo do templo: o pátio, as salas anexas, as salas de reuniões, o lugar do sacrifício de expiação. Entregou a ele também todas as plantas de tudo que o Espírito de Deus tinha posto em sua mente: os pátios do templo, a distribuição das salas anexas e os depósitos para guardar os objetos consagrados. Entregou ainda ao filho o plano de organização do trabalho dos levitas e dos sacerdotes na condução do ministério do templo do Eterno e dos cuidados dos utensílios para o culto. Determinou quanto ouro e prata seriam necessários para cada objeto de uso sagrado: a quantia de ouro e de prata para o candelabro e suas lâmpadas, o ouro para as mesas dos pães consagrados, a prata para as mesas, o ouro para os garfos, as vasilhas, os jarros e o altar de incenso. Passou às mãos dele o projeto da escultura dos querubins com as asas abertas sobre a arca da aliança do Eterno, isto é, o trono dos querubins. Por fim, Davi disse a Salomão: “Estas são as plantas de todo o projeto que o Eterno me deu e me fez entender.”

    20-21 Davi acrescentou: “Tenha força e coragem! Não fique com medo nem desmotivado. O Eterno, o meu Deus, está com você. Ele não deixará você sozinho. Ficará do seu lado até que se complete o último detalhe para o trabalho do templo de Deus. Todos os sacerdotes e levitas estão prontos para ajudar você, e também artesões habilidosos, capazes de trabalhar com qualquer tipo de material, estão prontos para começar o trabalho. Tanto os líderes quanto o povo já estão a postos. Depende agora de você dar as ordens.”

  • 1a Crônicas, 27

    ORGANIZAÇÃO MILITAR
    1 Esta é a relação dos descendentes de Israel, dos chefes de famílias, dos comandantes e dos c tães e dos demais oficiais do serviço militar do rei. Todo mês do ano, uma divisão militar estava a serviço. Cada divisão tinha vinte e quatro mil homens.

    2-3 A primeira divisão, para o primeiro mês: Jasobeão, filho de Zabdiel, encarregado de vinte e quatro mil homens. Ele era da linhagem de Perez e comandava todos os oficiais militares no primeiro mês.

    4 A divisão para o segundo mês: Dodai, de Aoí, encarregado de vinte e quatro mil homens. Miclote era o chefe da divisão.

    5-6 O comandante para o terceiro mês: Benaia, filho do sacerdote Joiada, encarregado de vinte e quatro mil homens. Esse era o mesmo Benaia chefe do pelotão dos Trinta. Seu filho Amizabade era chefe da divisão.

    7 A divisão para o quarto mês: Asael, irmão de Joabe. Seu filho Zebadias foi seu sucessor no comando de vinte e quatro mil homens.

    8 A divisão para o quinto mês: o comandante Samute, o izraíta, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    9 A divisão para o sexto mês: Ira, filho de Iques, de Tecoa, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    10 A divisão para o sétimo mês: Helez, de Pelom, um efraimita, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    11 A divisão para o oitavo mês: Sibecai, de Husate, um zeraíta, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    12 A divisão para o nono mês: Abiezer, de Anatote, um benjamita, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    13 A divisão para o décimo mês: Maarai, de Netofate, um zeraíta, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    14 A divisão para o décimo primeiro mês: Benaia, de Piratom, um efraimita, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    15 A divisão para o décimo segundo mês: Heldai, de Netofate, descendente de Otoniel, encarregado de vinte e quatro mil homens.

    ADMINISTRADORES TRIBAIS
    16-22 Os administradores dos negócios das tribos foram: de Rúben: Eliézer, filho de Zicri; de Simeão: Sefatias, filho de Maaca; de Levi: Hasabias, filho de Quemuel; de Arão: Zadoque; de Judá: Eliú, irmão de Davi; de Issacar: Onri, filho de Micael; de Zebulom: Ismaías, filho de Obadias; de Naftali: Jeremote, filho de Azriel; de Efraim: Oseias, filho de Azazias; da meia tribo de Manassés: Joel, filho de Pedaías; da meia tribo de Manassés, em Gileade: Ido, filho de Zacarias; de Benjamim: Jaasiel, filho de Abner; de Dã: Azareel, filho de Jeroão. Esses foram os oficiais encarregados da administração das tribos.

    23-24 Davi não registrou os homens com menos de

    20 anos de idade, porque o Eterno tinha prometido multiplicar Israel como as estrelas do céu. Joabe, filho de Zeruia, começou a fazer a contagem dos homens, mas não pôde terminar. A ira de Deus veio sobre Israel por causa do recenseamento. Por isso, não consta o número total nos registros oficiais do rei Davi.

    ENCARREGADOS DOS SUPRIMENTOS
    25 Os suprimentos do palácio estavam sob a supervisão de Azmavete, filho de Adiei. Jônatas, filho de Uzias, era responsável pelos depósitos distribuídos entre as cidades distantes.

    26 Ezri, filho de Quelube, era encarregado dos trabalhadores rurais.

    27 Simei, o ramatita, era encarregado das vinhas. Zabdi, de Sifá, era encarregado do vinho que era armazenado.

    28 Baal-Hanã, de Gederá, era encarregado das oliveiras e das figueiras bravas das planícies. Joás era encarregado da produção de azeite.

    29 Sitrai, de Sarom, era encarregado dos rebanhos apascentados em Sarom. Safate, filho de Adlai, era encarregado dos rebanhos do vale.

    30-31 Obil, o ismaelita, era encarregado dos camelos. Jedias, de Meronote, era encarregado dos jumentos. Jaziz, o hagareno, era encarregado das ovelhas. Esses eram os encarregados de administrar as propriedades do rei Davi.

    CONSELHEIROS DE DAVI
    32 Jônatas, tio de Davi, conselheiro sábio e letrado, e Jeiel, filho de Hacmoni, cuidavam dos filhos do rei.

    33-34 Aitofel era o conselheiro particular do rei. Husai, o arquita, era amigo do rei. Aitofel foi, mais tarde, substituído por Joiada, filho de Benaia, e por Abiatar. Joabe era o comandante do exército do rei.

  • 1a Crônicas, 26

    OS GUARDAS
    1-11 Estes eram os turnos dos guardas de segurança dos coreítas. Meselemias, filho de Coré, da família de Asafe. Dos filhos de Meselemias: Zacarias, o mais velho; depois, Jediael, Zebadias, Jatniel, Elão, Joanã e Elioenai, sete filhos. Dos filhos de Obede-Edom: Semaías, o mais velho; depois, Jeozabade, Joá, Sacar, Natanael, Amiel, Issacar, Peuletai. Deus tinha abençoado Obede-Edom com esses oito filhos. Semaías teve filhos que se destacaram na família por serem líderes competentes. Foram eles: Otni, Rafael, Obede e Elzabade. Os parentes dele, Eliú e Semaquias, também foram líderes competentes. Todos esses eram descendentes de Obede-Edom. Eram competentes e aptos para a obra. Ao todo, foram sessenta e dois. Meselemias teve dezoito filhos e parentes que se destacavam. Os filhos de Hosa, o merarita, foram: Sinri que, embora não fosse o mais velho, era considerado pelo pai como primeiro; depois, Hilquias, Tebalias e Zacarias. Ao todo, foram treze filhos e parentes.

    12-16 Os turnos dos guardas, supervisionados por seus chefes e executados por seus parentes, mantinham a ordem no templo do Eterno. Todos foram nomeados para esses cargos pelo mesmo critério, sem privilégios para as famílias mais importantes. A distribuição foi feita por sorteio. Selemias foi designado para a porta leste. Seu filho Zacarias, sábio conselheiro, assumiu a porta norte. Obede-Edom assumiu a porta sul, e seus filhos foram nomeados para o depósito. Supim e Hosa tinham a responsabilidade da porta oeste e da porta conhecida como Salequete, na rua de cima.

    16-18 Os guardas ficavam um ao lado do outro: seis levitas por dia no leste, quatro por dia no norte e no sul, e dois de cada vez no depósito. No pátio, a oeste, foram postos quatro guardas e, dentro do pátio, dois.

    19 Esses foram os turnos dos guardas entre os descendentes de Coré e de Merari.

    CONTADORES E TESOUREIROS
    20-22 Outros levitas foram encarregados da área financeira do templo de Deus. Os gersonitas, descendentes de Ladã: Jeieli com seus filhos Zetã e Joel. Eles estavam encarregados das finanças do templo do Eterno.

    23-28 Dos descendentes de Anrão, de Isar, de Hebrom e de Uziel: Subael, descendente de Gérson, filho de Moisés, era o tesoureiro chefe. Seus parentes, por parte de Eliézer foram: seu filho Reabias, seu filho Jesaías, seu filho Jorão, seu filho Zicri e seu filho Selomote. Selomote e seus parentes estavam encarregados de todos os objetos de valor consagrados pelo rei Davi, pelos chefes de famílias e por vários generais e comandantes do exército. Eles dedicavam o despojo que adquiriam na guerra para o serviço do templo do Eterno. Além disso, tudo que havia sido consagrado pelo vidente Samuel, por Saul, filho de Quis, por Abner, filho de Ner, e por Joabe, filho de Zeruia, todas as dádivas consagradas ficaram sob a responsabilidade de Selomote e sua família.

    29-30 Dos descendentes de Isar, Quenanias e seus filhos foram nomeados oficiais e juízes encarregados das questões externas ao serviço do templo. Dos descendentes de Hebrom, Hasabias e seus parentes foram encarregados da administração das questões relacionadas ao serviço de Deus e aos negócios do rei no território a oeste do Jordão. Eram mil e setecentos homens de extrema competência.

    31-32 De acordo com os registros genealógicos dos hebronitas, Jerias ocupava o cargo de chefe. No quadragésimo ano do reinado de Davi, o último ano, foi feito um levantamento da genealogia de Hebrom, e encontraram-se homens capazes em Jazar de Gileade. Eram Jerias e dois mil e setecentos parentes dele. O rei Davi encarregou-os das questões administrativas relacionadas à adoração a Deus e aos negócios do rei no território a leste do Jordão, nas tribos de Rúben, de Gade e da meia tribo de Manassés.

  • 1a Crônicas, 25

    OS MÚSICOS
    1-7 Em seguida, Davi e os dirigentes da adoração escolheram alguns da família de Asafe, de Hemã e de Jedutum para o serviço de pregação ao som de harpas, liras e címbalos. Esta é a relação dos escolhidos. Da família de Asafe: Zacur, José, Netanias e Asarela. Eles estavam sob a supervisão de Asafe, que profetizava sob a autoridade do rei. Da família de Jedutum, foram seis filhos: Gedalias, Zeri, Jesaías, Simei, Hasabias e Matitias, supervisionados por seu pai, Jedutum, que profetizava ao som da harpa e dirigia o louvor e as ações de graças ao Eterno. Da família de Hemã foram: Buquias, Matanias, Uziel, Sebuel, Jeremote, Hananias, Hanani, Eliata, Gidalti, Romanti-Ézer, Josbecasa, Maloti, Hotir e Maaziote. Todos esses eram filhos de Hemã, conselheiro espiritual do rei. Ele se tornou poderoso, como Deus tinha prometido. Hemã teve catorze filhos e três filhas. Sob a supervisão de seus pais, eles conduziam a música no templo do Eterno com o acompanhamento de harpas, liras e címbalos no ministério de adoração do templo de Deus. (Asafe, Jedutum e Hemã trabalhavam sob a autoridade do rei.) Eles e todos os seus familiares eram competentes e preparados para o louvor do Eterno. Eram, ao todo, duzentos e vinte oito pessoas.

    8 Eles distribuíam as tarefas por sorteio. Ninguém, jovem ou idoso, mestre ou aluno, tinha preferência ou vantagem sobre o outro.

    9-31 O primeiro sorteio saiu para José, filho de Asafe, e seus doze filhos e parentes; o segundo, para Gedalias e seus doze filhos e parentes; o terceiro, para Zacur e seus doze filhos e parentes; o quarto, para lzri e seus doze filhos e parentes; o quinto, para Netanias e seus doze filhos e parentes; o sexto, para Buquias e seus doze filhos e parentes; o sétimo, para Jesarela e seus doze filhos e parentes; o oitavo, para Jesaías e seus doze filhos e parentes; o nono, para Metanias e seus doze filhos e parentes; o décimo, para Simei e seus doze filhos e parentes; o décimo primeiro, para Azareel e seus doze filhos e parentes; o décimo segundo, para Hasabias e seus doze filhos e parentes; o décimo terceiro, para Subael e seus doze filhos e parentes; o décimo quarto, para Matitias e seus doze filhos e parentes; o décimo quinto, para Jeremote e seus doze filhos e parentes; o décimo sexto, para Hananias e seus doze filhos e parentes; o décimo sétimo, para Josbecasa e seus doze filhos e parentes; o décimo oitavo, para Hanani e seus doze filhos e parentes; o décimo nono, para Maloti e seus doze filhos e parentes; o vigésimo, para Eliata e seus doze filhos e parentes; o vigésimo primeiro, para Hotir e seus doze filhos e parentes; o vigésimo segundo, para Gidalti e seus doze filhos e parentes; o vigésimo terceiro, para Maaziote e seus doze filhos e parentes; o vigésimo quarto, para Romanti-Ézer e seus doze filhos e parentes.

  • 1a Crônicas, 24

    1-5 Os descendentes de Arão foram assim agrupados: os filhos de Arão: Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Nadabe e Abiú morreram antes de seu pai e não tiveram filhos. Eleazar e Itamar ocuparam a função de sacerdotes. Davi nomeou Zadoque, descendente de Eleazar, e Aimeleque, descendente de Itamar, para dividir os grupos conforme suas tarefas. Havia mais líderes entre os descendentes de Eleazar que entre os de Itamar. For isso, foi feita uma divisão proporcional: dezesseis chefes de clã da descendência de Eleazar e oito chefes de clã da descendência de Itamar. Distribuíram os líderes por sorteio, de maneira imparcial, pois tanto entre os descendentes de Eleazar quanto entre os de Itamar havia oficiais do santuário e líderes espirituais.

    6 O secretário Semaías, filho de Natanael, um levita, registrou todos os nomes perante o rei: dos oficiais, do sacerdote Zadoque, de Aimeleque, filho de Abiatar, e dos líderes das famílias dos sacerdotes e dos levitas. Eles se revezavam: uma vez era a família de Eleazar, a outra, a de Itamar.

    7-18 No primeiro sorteio saiu Jeoiaribe; no segundo, Jedaías; No terceiro, Harim; no quarto, Seorim; No quinto, Malquias; no sexto, Miamim; No sétimo, Hacoz; no oitavo, Abias; No nono, Jesua; no décimo, Secanias; No décimo primeiro, Eliasibe; no décimo segundo, Jaquim; No décimo terceiro, Hupá; no décimo quarto, Jesebeabe; No décimo quinto, Bilga; no décimo sexto, Imer; No décimo sétimo, Hezir; no décimo oitavo, H ses; No décimo nono, Petaías; no vigésimo, Jeezquel; No vigésimo primeiro, Jaquim; no vigésimo segundo, Gamul; No vigésimo terceiro, Delaías; no vigésimo quarto, Maazias.

    19 Eles serviam nessa ordem quando entravam no templo do Eterno, de acordo com os procedimentos prescritos por seu antepassado Arão, conforme o Eterno, o Deus de lsrael, tinha ordenado.

    20 O restante dos levitas foi distribuído assim: Dos descendentes de Anrão: Subael; dos descendentes de Subael: Jedias.

    21 De Reabias: Issias era o chefe dos seus filhos.

    22 De Isar: Selomote; de Selomote: Jaate.

    23 Dos descendentes de Hebrom: o primeiro foi Jerias; o segundo, Amarias; o terceiro, Jaaziel; o quarto, Jecameão.

    24-25 Dos descendentes de Uziel: Mica; dos descendentes de Mica: Samir. Dos descendentes de Issias, irmão de Mica: Zacarias.

    26-27 Dos descendentes de Merari: Mali e Musi; dos filhos de Jaazias: Beno. Os descendentes de Merari, por meio de Jaazias: Beno, Soão, Zacur e Ibri.

    28 De Mali: Eleazar, que não teve filhos.

    29 De Quis: Jerameel, filho de Quis.

    30-31 Dos filhos de Musi: Mali, Éder e Jeremote. Essas eram as famílias dos levitas. Eles também lançaram sorte na presença do rei Davi, de Zadoque, de Aimeleque e dos líderes das famílias dos levitas e dos sacerdotes, como fizeram seus parentes, os descendentes de Arão. Os descendentes dos mais velhos e os descendentes dos mais novos foram tratados da mesma maneira.

  • 1a Crônicas, 23

    PREPARAÇÃO PARA A ADORAÇÃO
    1 Quando já estava idoso, Davi constituiu seu filho Salomão rei sobre Israel. 2-5 Na ocasião, ele convocou todos os líderes de Israel, os sacerdotes e os levitas. Foram contados trinta e oito mil levitas de

    30 anos para cima. Davi os distribuiu em grupos de trabalho: vinte e quatro mil ficaram encarregados de administrar os serviços do santuário; seis mil foram designados oficiais e juízes; quatro mil foram nomeados guardas de segurança; quatro mil foram nomeados músicos para louvar o Eterno com os instrumentos que Davi providenciou para essa finalidade.

    6 Depois, Davi dividiu os levitas em grupos nomeados de acordo com o nome dos filhos de Levi: Gérson, Coate e Merari.

    7-11 Os gersonitas foram: Ladã e Simei. Os filhos de Ladã: Jeiel, Zetã e Joel. Os filhos de Simei: Selomote, Haziel e Harã, todos chefes de famílias de Ladã. Os filhos de Simei: Jaate, Ziza, Jeús e Berias; Jaate era o primeiro; depois, Ziza. Jeús e Berias não tiveram muitos filhos; por isso, foram contados como uma só família e um só serviço.

    12-14 Os coatitas foram: Anrão, Isar, Hebrom e Uziel. Os filhos de Anrão: Arão e Moisés. Arão foi especialmente nomeado para ministrar no Lugar Santíssimo, para queimar o incenso na presença do Eterno, ministrar e pronunciar a bênção em seu nome. Foi uma nomeação perpétua, isto é, para Arão e seus descendentes. Moisés e seus descendentes foram contados com a tribo de Levi.

    15-17 Os filhos de Moisés foram: Gérson e Eliézer. Sebuel era o filho mais velho de Gérson. Reabias foi o primeiro e único filho de Eliézer. Apesar de Eliézer não ter tido outros filhos, Reabias teve muitos.

    18-23 Selomite era o filho mais velho de Isar. Hebrom teve quatro filhos: Jerias, o mais velho, Amarias, Jaaziel e Jecameão. Uziel teve dois filhos: Mica e Issias. Os filhos de Merari foram: Mali e Musi. Os filhos de Mali: Eleazar e Quis. Eleazar morreu sem ter filhos; teve apenas filhas. Os primos, os filhos de Quis, casaram-se com as filhas dele. Musi teve três filhos: Mali, Éder e Jeremote. 24 Esses foram os descendentes de Levi, de

    20 anos para cima, distribuídos entre as famílias e os chefes de famílias e arrolados nos grupos de trabalho que ministravam no santuário do Eterno.

    25-27 Davi disse: “Agora que o Eterno, o Deus de Israel, deu descanso ao seu povo e estabeleceu Jerusalém como habitação definitiva, os levitas não precisarão mais carregar o tabernáculo e os utensílios usados para o sacrifício.” Davi se referia apenas aos levitas de 20 anos de idade para cima.

    28-31 A partir de então, a tarefa dos levitas foi dar assistência aos descendentes de Arão no serviço da casa do Eterno. Eles ficaram encarregados de manter limpos os pátios e as salas laterais, de purificar a mobília e os utensílios usados no sacrifício e de cuidar dos demais trabalhos ligados à adoração. Também providenciavam o pão para a mesa, a farinha para a oferta de cereal e os bolos sem fermento; misturavam e assavam o pão e cuidavam de todos os pesos e medidas. Além disso, era seu dever apresentar, todas as manhãs e todas as tardes, orações, ação de graças e louvor ao Eterno e, também, os sacrifícios das ofertas queimadas ao Eterno nos sábados, nas luas novas e nas demais festas. Eles estavam constantemente a serviço do Eterno, de acordo com a escala e o número determinado.

    32 Em pouco tempo, os levitas, tendo os descendentes de Arão como companheiros de ministério na santa adoração, ficaram responsáveis por tudo o que estava relacionado com a adoração: o lugar, as ocasiões e a ordem da adoração.

  • 1a Crônicas, 22

    DAVI MANDA SALOMÃO CONSTRUIR O TEMPLO
    1-4 Davi mandou reunir todos os estrangeiros que moravam em Israel e pôs todos eles a trabalhar cortando pedras e fazendo blocos para a construção do templo do Eterno. Também providenciou grande quantidade de ferro para fazer pregos e dobradiças para as portas. Havia tanto bronze que nem se podia pesar. Os sidônios e os tírios mandavam para Davi toras de cedro em tanta quantidade que era impossível contar.

    5-6 Davi pensava: “Meu filho Salomão é muito jovem para pensar adiante. Mas o santuário que deve ser construído ao Eterno precisa ser majestoso e impressionar as nações.” Por isso, providenciou o material para a construção antes de morrer. Depois, chamou seu filho Salomão e ordenou que ele construísse um santuário para o Eterno, o Deus de Israel.

    7-10 Davi disse a Salomão: “Eu queria, de toda maneira, construir um santuário em homenagem ao Eterno, meu Deus. Mas o Eterno não permitiu, dizendo: ‘Você matou muita gente, fez muita guerra. Por isso, não construirá um santuário em minha homenagem. Você derramou muito sangue. Mas você terá um filho que será pacífico, porque vou fazer que ele tenha sossego da parte de todos os inimigos. Seu nome já diz tudo: ele se chamará Salomão, que quer dizer paz, e vou mesmo dar paz e sossego a seu reinado. Ele construirá o santuário em minha homenagem. Ele será meu filho, e eu serei seu pai. Vou garantir que seu domínio sobre Israel permaneça para sempre’.

    11-16 “Então, meu filho, que o Eterno esteja com você! Que você seja bem sucedido em construir o santuário do Eterno, o seu Deus, responsabilidade que ele está dando a você! Que o Eterno dê discernimento e entendimento a você quando estiver reinando sobre Israel para que governe em obediência à Revelação do Eterno, o seu Deus. Você será bem-sucedido enquanto seguir a direção e cumprir as determinações que o Eterno deu a Israel por intermédio de Moisés. Força! Coragem! Não tenha medo nem desanime! Com muito esforço, já providenciei todo o material para a construção do santuário do Eterno. Você já tem três mil e quinhentas toneladas de ouro e trinta e cinco mil toneladas de prata, além de bronze e ferro em tanta quantidade que nem dá para pesar e toda essa madeira e essa pedra. Se quiser, você poderá ainda acrescentar outros materiais. Há muitos trabalhadores competentes: cortadores de pedras, pedreiros, carpinteiros, artesões em ouro, prata, bronze e ferro. Está tudo pronto para começar a obra! Que o Eterno esteja com você!.”

    17-19 Davi ordenou a todos os líderes de Israel que ajudassem seu filho Salomão, acrescentando: “Sem dúvida, o Eterno, o seu Deus, está presente entre vocês e tem dado paz e sossego dos inimigos. No meu governo, os moradores da terra foram derrotados, e agora a terra está sob o controle do Eterno e do seu povo. Portanto, dediquem-se de corpo e alma a buscar o Eterno, o seu Deus. Comecem a construir a casa santificada do Eterno para que possam trazer a arca da aliança do Eterno e todos os utensílios consagrados a Deus para o santuário construído em homenagem ao Eterno.”

  • 1a Crônicas, 21

    DAVI, SATANÁS E ARAÚNA
    1-2 Satanás agiu contra Israel, seduzindo Davi a fazer a contagem da população. O rei ordenou a Joabe e aos oficiais do exército: “Façam a contagem da população de todas as tribos de Israel, desde Dã até Berseba. Quero saber o número total de habitantes.”

    3 Joabe resistiu: “Que o Eterno, o seu Deus, multiplique cem vezes esse povo! Não pertence todo o povo ao meu senhor, o rei? Para que fazer isso? Por que criar esse problema para lsrael?”

    4-7 Mas Davi não quis saber, e Joabe fez o levantamento de toda a população. Voltou para Jerusalém e deu o relatório. Havia um milhão e cem mil homens aptos para o combate. Desse número, quatrocentos e setenta mil eram de Judá. Mas Joabe, em protesto à determinação do rei, deixou de fora Levi e Benjamim. Tudo isso desagradou a Deus; por isso, ele puniu Israel.

    8 Então, Davi orou: “Eu, de fato, cometi um pecado, querendo confiar nos números. Perdoa-me, pois cometi uma grande loucura.”

    9-10 O Eterno respondeu por intermédio de Gade, o conselheiro espiritual de Davi: “Vá dizer a Davi: ‘Assim diz o Eterno: Tenho três possíveis castigos. Escolha um deles, e eu o executarei’.”

    11-12 Gade foi levar a mensagem a Davi: “Escolha entre três anos de fome, três meses fugindo dos inimigos ou três dias da espada do Eterno, isto é, uma epidemia no país, enviada pelo anjo do Eterno contra toda a terra de Israel? Pense e decida. O que devo dizer ao que me enviou?”

    13 Davi disse a Gade: “São todos terríveis! Mas prefiro ser castigado pelo Eterno, cuja compaixão não tem fim, a cair nas mãos dos homens.”

    14-15 Assim, o Eterno enviou uma epidemia contra Israel, e setenta mil israelitas morreram. Deus mandou um anjo a Jerusalém, mas, quando viu a destruição que causaria, teve compaixão e ordenou ao anjo: “Já chega!”

    15-16 Isso aconteceu no momento em que o anjo do Eterno chegava à eira do jebuseu Araúna. Davi olhou e viu o anjo se movendo entre o céu e a terra com uma espada na mão, pronta para ferir Jerusalém. Davi e as autoridades curvaram-se, cobriram-se com pano de saco e oraram.

    17 Davi implorou a Deus: “Fui eu que pequei! A culpa é minha! Mas o que essas ovelhas fizeram de errado? Castiga a mim, não a elas! Ah, Eterno, Deus meu, caia sobre mim e sobre minha família esse castigo, mas deixa o povo fora disso.”

    18-19 O anjo do Eterno mandou Gade dizer a Davi que construísse um altar ao Eterno na eira do jebuseu Araúna. Davi fez o que ele disse, em obediência à ordem do Eterno.

    20-21 Enquanto isso, Araúna, que estava debulhando trigo, viu o anjo e foi se esconder com seus quatro filhos. Davi foi procurar Araúna. Quando ele viu Davi, deixou o eirado e prostrou-se em reverência diante do rei.

    22 Davi disse a Araúna: “Venda-me uma parte do seu eirado, para que eu construa um altar ao Eterno e essa epidemia vá embora. Cobre o preço justo de mercado.”

    23 Araúna respondeu: “Ó rei, meu senhor. Pode ocupar o terreno e fazer o que quiser! Aqui está um boi para a oferta queimada, a madeira do debulhador para fazer o fogo e o trigo para a oferta de cereal. É tudo seu.”

    24-27 Davi respondeu a Araúna: “Não. Quero comprar por preço justo. Não vou oferecer ao Eterno algo que não me custou nada.” E Davi comprou o terreno de Araúna por sete quilos e duzentos gramas de ouro. Construiu um altar ao Eterno e ali ofereceu ofertas queimadas e ofertas de paz. Ele orou ao Eterno, e o Eterno respondeu, atingindo o altar da oferta queimada com um raio. Depois disso, o Eterno mandou o anjo guardar a espada na bainha.

    28 Foi quando Davi percebeu que o Eterno tinha respondido à sua oração no eirado do jebuseu Araúna, no momento em que ele oferecia o sacrifício.

    29-1 Na época, o tabernáculo que Moisés tinha construído no deserto e o altar das ofertas queimadas estavam montados no local de adoração, em Gibeom. Mas Davi, assustado por causa da espada do anjo, não tinha coragem de ir até lá buscar a Deus. Por isso, determinou: “De agora em diante, este será o lugar do sacrifício ao Deus Eterno. Aqui ficará o altar das ofertas queimadas de Israel.”

  • 1a Crônicas, 20

    1-3 Na primavera, quando os reis costumam sair para a guerra, Joabe comandou o exército num ataque contra os amonitas. Mas Davi, dessa vez, ficou em Jerusalém, enquanto Joabe cercava a cidade de Rabá e a invadia, deixando-a em ruínas. Davi tirou a coroa da cabeça do rei dos amonitas. Ela pesava trinta e cinco quilos de ouro, era enfeitada com pedras preciosas e foi posta na cabeça de Davi. Ele também se apossou de muitos bens da cidade e submeteu a população a trabalhos forçados com serras, picaretas e machados. Foi isso que aconteceu com os amonitas. Depois, Davi e seu exército voltaram para Jerusalém.

    4-8 Depois de um tempo, houve guerra contra os filisteus, em Gezer. Na época, Sibecai, de Husate, matou Sipai, um descendente de gigantes, e os filisteus foram subjugados. Em outro conflito contra os filisteus, Elanã, filho de Jair, matou Lami, irmão de Golias, o geteu, cuja lança era como uma lançadeira de tecelão. Depois, em outro conflito, em Gate, havia um gigante que tinha vinte e quatro dedos, seis em cada mão e em cada pé. Ele também era descendente de Rafa. Ele zombou de Israel, e Jônatas, filho de Simeia, irmão de Davi, o matou. Todos esses eram descendentes de gigantes e foram mortos por Davi e seus soldados.