Categoria: Apocalipse

Apocalipse quer dizer “revelação”, e por isso este livro também é chamado de “Revelação” de Deus a João (1.1). Foi escrito durante um tempo em que as autoridades romanas estavam perseguindo os cristãos porque eles não prestavam culto ao Imperador romano, que chamava a si mesmo de “senhor” e “deus”. O livro foi escrito por João, que estava preso na ilha de Patmos por ter anunciado o evangelho (1.9). Ele escreve o seu livro para as sete igrejas da província romana da Ásia (1.4,11), que ficava numa região que hoje faz parte da Turquia. Ele anima os seus leitores a continuarem fiéis a Jesus Cristo em tempos de perseguições e sofrimentos.

Depois das cartas às sete igrejas (caps. 2—3), João descreve uma série de visões que teve. Elas mostram que as forças do mal não vencerão, que a vitória pertence a Deus e a Jesus Cristo e que aqueles que continuarem fiéis na sua fé receberão o prêmio da vida eterna no novo céu que Deus vai preparar. João usa figuras estranhas, símbolos e números que os seus leitores entendiam, mas que não seriam entendidos pelas autoridades romanas. Os leitores de hoje têm dificuldade de compreender completamente as visões de João, mas a lição principal do livro é simples e clara: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (11.15).

  • Apocalipse, 12

    A MULHER, O FILHO E O DRAGÃO
    1-2. Um grande sinal apareceu no céu: a Mulher, vestida com a luz do sol, estava na lua, coroada com doze estrelas. Ela estava dando à luz um filho e gritava com as dores do parto.

    3-4. Em seguida, outro sinal junto com o primeiro: o imenso e furioso Dragão! Tinha sete cabeças e dez chifres, com uma coroa em cada cabeça. Com um golpe da cauda, ele derrubou um terço das estrelas do céu e as lançou na terra. O Dragão agachou-se diante da Mulher em trabalho de parto, pronto para devorar o Filho, assim que nascesse.

    5-6. A Mulher deu à luz um Filho, e ele irá governar as nações com cetro de ferro. O Filho foi tomado e posto em segurança na presença de Deus, sobre seu trono. A Mulher fugiu para o deserto, para um lugar seguro que Deus preparou para ela, com todo o conforto, por mil duzentos e sessenta dias.

    7-12. Houve uma guerra no céu. Miguel e seus anjos lutaram contra o Dragão. O Dragão e seus anjos revidaram, mas não eram páreos para Miguel. Eles foram expulsos do céu, e não restou ali nem um deles. O grande Dragão – a antiga Serpente, que foi chamada de Diabo e Satanás e liderou o extravio de toda a terra – foi expulso, e todos os anjos dele também, e foram lançados na terra. Então, ouvi uma forte voz do céu que dizia: A salvação e o poder estão estabelecidos Reino do nosso Deus, autoridade do seu Messias. O Acusador dos nossos irmãos foi expulso, que os acusava dia e noite perante Deus. Eles o derrotaram por meio do sangue do Cordeiro e pela ousada palavra do testemunho deles. Eles não amaram a si mesmos; estavam ansiosos para morrer por Cristo. Portanto, regozijem-se, ó céus, e todos que o habitam, mas para a terra e o mar haverá juízo, Pois o Diabo atacará vocês. Ele sofreu uma grande queda. Está fora de si e muito irado; não tem muito tempo e sabe disso.

    13-17. Quando o Dragão viu que fora lançado na terra, foi atrás da Mulher que tinha dado à luz o Filho-Homem. A Mulher ganhou asas como de uma grande águia e pôde voar para um lugar no deserto. Ali foi mantida em segurança e conforto por um tempo e tempos e metade de um tempo, sã e salva da Serpente. A Serpente vomitou um rio para afogar a Mulher, mas a terra veio em auxílio dela e engoliu a água que o Dragão havia expelido pela boca. Furioso, o Dragão saiu para guerrear contra o restante dos filhos dela, os que guardavam o s mandamentos de Deus e se mantinham fiéis ao testemunho de Jesus.


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    A Saga da Mulher, o Filho e o Dragão

    O Espetáculo Celestial

    Uma visão grandiosa se desenha no céu: uma Mulher envolta na luz do sol, coroada por doze estrelas, está no limiar da lua, em meio às dores do parto, prestes a dar à luz.

    A Ascensão do Dragão

    Em seguida, um segundo sinal: o formidável Dragão, com sete cabeças e dez chifres, coroado em cada cabeça. Sua cauda lança um terço das estrelas do céu à terra. Ele se prepara para devorar o recém-nascido Filho da Mulher.

    A Vitória do Filho

    A Mulher dá à luz um Filho destinado a governar as nações com cetro de ferro. O Filho é tomado sob a proteção divina, enquanto a Mulher se refugia no deserto, em um lugar seguro preparado por Deus, por mil duzentos e sessenta dias.

    A Batalha Celestial

    A batalha ressoa nos céus. Miguel e seus anjos combatem contra o Dragão e seus seguidores. O Dragão é expulso dos céus, lançado à terra, não encontrando lugar. A antiga Serpente, conhecida como Diabo e Satanás, é derrotada e expulsa, enquanto o testemunho ousado dos fiéis e o sangue do Cordeiro triunfam sobre ele.

    A Caça da Mulher e a Fúria do Dragão

    O Dragão, destituído do céu, persegue a Mulher que deu à luz. Dotada de asas de águia, ela encontra refúgio no deserto, protegida por um tempo e tempos e metade de um tempo. A Serpente tenta afogá-la com um rio, mas a terra a salva. A ira do Dragão se volta para os seguidores da Mulher, os guardiões dos mandamentos de Deus e do testemunho de Jesus.

    Palavras-chave:

    • Visão Celestial,
    • Nascimento e Batalha,
    • A Proteção Divina,
    • Luta nos Céus,
    • Triunfo do Testemunho,
    • Refúgio no Deserto,
    • Resistindo à Ira,
    • Fidelidade Inabalável,

    Hashtags sugeridas: VisãoDivina #TriunfoCelestial #RefúgioNoDeserto #LutaEspiritual #TestemunhoPoderoso #ContraAIniquidade #ProteçãoDivina #FidelidadeInabalável #VitóriaDoFilho #IraDoDragão

  • Apocalipse, 11

    AS DUAS TESTEMUNHAS
    1-2. Então, alguém me entregou uma vara para medir, dizendo: Levante-se e meça o templo e o Altar de Deus e todos os que estão adorando ali. Mas não meça o pátio exterior. Ele foi entregue aos gentios. Eles vão profanar a Cidade Santa durante quarenta e dois meses.

    3-6. Enquanto isso, vou providenciar minhas Duas Testemunhas. Vestidas de pano de saco, elas vão profetizar por mil duzentos e sessenta dias. São as duas oliveiras, as duas lâmpadas que permanecem atentas perante Deus na terra. Se alguém tentar feri-las, será aniquilado pelo fogo que vai sair de sua boca. Elas terão poder para fechar o céu e impedir que chova durante todo o tempo de seu ministério; para fazer os rios e as fontes se transformarem em sangue; para ferir a terra com qualquer desastre, quantas vezes quiserem.

    7-10. Quando concluírem seu testemunho, a Besta do Abismo vai emergir e lutar contra eles. Ela vai vencer e matá-los, deixando os cadáveres expostos na rua da Grande Cidade,espiritualmente chamada Sodoma e Egito, a mesma cidade em que seu Senhor foi crucificado. Durante três dias e meio, eles estarão lá- expostos ao mundo, sem um sepultamento decente, vistos por curiosos do mundo inteiro. As pessoas vão se alegrar com o espetáculo, gritando: Viva a liberdade!. Vão pedir uma celebração com troca de presentes, pois os dois profetas atormentavam a consciência do mundo inteiro, tornando impossível para eles desfrutar seus pecados.

    11. Então, depois de três dias e meio, o Espírito vivo de Deus vai entrar neles – e eles vão se pôr de pé! E os espectadores que se regozijam com a desgraça deles vão morrer de medo.

    12-13. Então, ouvi uma forte voz do céu, chamando: Venham para cá! e logo eles foram para o céu, envoltos numa nuvem, os inimigos observando tudo. Naquele instante, houve um gigantesco terremoto – a décima parte da cidade ficou em ruínas, e sete mil pessoas morreram. Os sobreviventes estavam apavorados com tanto medo que chegaram a dar honra ao Deus do céu.

    14. O segundo juízo já passou, o terceiro está chegando.

    SOA A ÚLTIMA TROMBETA
    15-18. O sétimo Anjo tocou a trombeta. Muitas vozes no céu cantaram: O reino do mundo é agora o Reino do nosso Deus e do seu Messias Ele vai governar para sempre Os Vinte e Quatro Anciãos, assentados perante Deus nos seus tronos, ajoelharam-se, adoraram e cantaram: Graças damos, ó Deus, Soberano-Poderoso Que É e Que Era. Assumiste o teu grande poder e tomaste posse – reinaste As nações furiosas agora provam da tua ira. Chegou o tempo de julgar os mortos. de recompensar teus servos, todos os profetas e santos, recompensar pequenos e grandes que temem teu Nome, e destruir os destruidores da terra.

    19. As portas do templo de Deus no céu ficaram abertas e a arca da sua aliança foi vista claramente, cercada de relâmpagos luminosos, gritos, trovoadas, um terremoto e uma forte chuva de pedras.


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    As Duas Testemunhas e a Última Trombeta

    Medindo o Templo e a Profecia

    Uma vara é entregue para medir o templo e o altar de Deus, enquanto o pátio exterior é deixado aos gentios. A Cidade Santa será profanada por quarenta e dois meses.

    O Poder das Duas Testemunhas

    As Duas Testemunhas surgem, vestidas em pano de saco, profetizando por mil duzentos e sessenta dias. São as oliveiras e lâmpadas perante Deus na terra, capazes de lançar fogo de suas bocas e realizar feitos prodigiosos. Elas trazem pragas e calamidades, mantendo o céu fechado e as águas transformadas em sangue.

    A Derrota e Ressurreição das Testemunhas

    Após completarem seu testemunho, a Besta do Abismo as mata, expondo seus corpos por três dias e meio. O mundo se regozija, mas o Espírito de Deus entra nelas, fazendo-as ressuscitar. Um terremoto abala a cidade, e os sobreviventes glorificam o Deus do céu.

    O Som da Última Trombeta

    A sétima trombeta soa, marcando a ascensão do Reino de Deus e de seu Messias. Os Anciãos adoram, reconhecendo o poder divino que julgará os mortos e recompensará os servos fiéis. As portas do templo celeste se abrem, revelando a arca da aliança em meio a fenômenos poderosos.

    Palavras-chave:

    • Medição Divina,
    • Profecia Cumprida,
    • Poder Prodigioso,
    • Testemunhas Valentes,
    • Vitória sobre a Morte,
    • Triunfo Divino,
    • Reino Celestial,
    • Recompensa dos Fiéis,

    Hashtags sugeridas: VisãoDivina #TriunfoProfético #PoderCelestial #TestemunhasCorajosas #VitóriaSobreMorte #ReinoEterno #JulgamentoDivino #AliançaCeleste #CumprimentoProfecia

  • Apocalipse, 10

    1-4. Vi outro Anjo poderoso descendo do céu, envolto numa nuvem. Havia um arco-íris sobre a cabeça dele. Seu rosto brilhava como o Sol, e suas pernas eram como pilares de fogo. Ele tinha um pequeno livro aberto na mão. Então, pôs o pé direito no mar e o pé esquerdo na terra e bradou, feito um trovão, o rugido de um leão. Os Sete Trovões responderam. Quando os Sete Trovões falaram, comecei a escrever, mas uma voz do céu me interrompeu: Sele os Sete Trovões com o silêncio. Não escreva nem uma palavra.

    5-7. Então, o Anjo que eu tinha visto com os pés no mar e na terra levantou a mão direita em direção ao céu e jurou por Aquele Que Vive para Sempre – que criou o céu e tudo que existe nele, a terra e tudo que nela há, o mar e tudo que nele existe – que o tempo estava cumprido. Então, o sétimo Anjo tocaria sua trombeta, e o que ele estava para fazer, o Mistério de Deus, todos os planos que ele tinha revelado aos seus servos, os profetas, seriam executados.

    8-11. A voz do céu me falou outra vez: Vá, pegue o livro aberto da mão do Anjo que está sobre o mar e a terra. Aproximei-me do Anjo e disse: Dá-me o livrinho. Ele disse: Pegue. Pode comer. Vai ser doce como o mel, mas no estômago vai parecer amargo. Peguei o livrinho da mão do Anjo. De fato, era doce como o mel em minha boca, mas, quando engoli, meu estômago embrulhou. Então, foi-me dito: Você deve voltar e profetizar de novo a muitos povos, nações, línguas e reis.


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    O Anjo e o Livro Aberto

    Visão do Poderoso Anjo

    Um poderoso anjo desce do céu, envolto em nuvens, com um arco-íris sobre sua cabeça. Seu rosto brilha como o Sol, e suas pernas são como pilares de fogo. Segurando um pequeno livro aberto, ele pisa no mar e na terra, bradando como trovão, desencadeando a resposta dos Sete Trovões. Antes de escrever, uma voz celestial ordena que os Sete Trovões permaneçam em silêncio.

    O Juramento e o Mistério

    O Anjo ergue sua mão direita ao céu e jura pelo Criador de todas as coisas que o tempo está cumprido. O sétimo Anjo tocará sua trombeta para executar os planos revelados por Deus aos profetas. Esse é o Mistério de Deus sendo revelado e cumprido.

    O Livro Doce e Amargo

    Uma voz do céu instrui João a pegar o livro aberto das mãos do Anjo sobre o mar e a terra. Ao pegar o livro, João é informado de que pode comê-lo. O livro é doce como mel em sua boca, mas ao engoli-lo, sente amargura em seu estômago. Ele é instruído a profetizar novamente para muitos povos, nações, línguas e reis.

    Palavras-chave:

    • Poderoso Mensageiro,
    • Revelação Divina,
    • Cumprimento do Tempo,
    • O Juramento Celestial,
    • O Mistério Desvelado,
    • Sabor Agridoce,
    • Missão de Profecia,

    Hashtags sugeridas: AnjoCelestial #MistérioDivino #RevelaçãoProfética #SaborDoceAmargo #CumprimentoDivino #MissãoCelestial #ProclamaçãoMundial #MistérioDesvendado

  • Apocalipse 9

    1-2. O quinto Anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela cair do céu sobre a terra. A estrela tinha na mão a chave do Poço do Abismo. Ela abriu o Poço do Abismo, e saiu muita fumaça do Poço – ondas e ondas de fumaça bloqueavam a luz do Sol e o ar.

    3-6. Então, da fumaça saíram rastejando gafanhotos com veneno de escorpião. Eles receberam suas ordens: Não firam a erva, não firam nada verde, nem uma árvore sequer – somente homens e mulheres e, mesmo assim, apenas os que não têm o sinal de Deus na testa. Eles receberam ordem para torturar, mas não para matar, uma tortura de cinco meses com uma dor parecida com a picada de um escorpião. Quando isso acontecer, as pessoas vão preferir a morte à tortura e vão procurar maneiras de acabar com a própria vida, mas não vão encontrar – a morte vai se esconder delas.

    7-11. Os gafanhotos se pareciam com cavalos prontos para a guerra. Tinham coroas douradas, rosto humano, cabelo de mulher, dentes de leão e couraças de ferro. O barulho das asas era como o de carruagens puxadas por cavalos indo para a batalha. A cauda era equipada com um ferrão, como vemos nos escorpiões. Com a cauda eles torturaram a raça humana por cinco meses. Eles tinham um rei, o Anjo do Abismo. Seu nome em hebraico é Abadom e em grego Apoliom, que significa destruidor.

    12. O primeiro juízo já passou, mas ainda há dois juízos por vir.

    13-14. O sexto Anjo tocou a trombeta. Ouvi uma voz falando com o sexto Anjo. Vinha dos chifres do Altar Dourado que estava diante de Deus: Libertem os Quatro Anjos, os Anjos presos no grande rio Eufrates.

    15-19. Os Quatro Anjos foram desamarrados e soltos. Eles aguardavam o ano, o mês, o dia e a hora exatos para matar um terço da raça humana. O número do exército dos cavaleiros era vinte mil vezes dez mil. Eu ouvi o número e vi cavalos e cavaleiros em minha visão: armaduras de fogo nos cavaleiros, cavalos com cabeça de leão, que respiravam fogo, fumaça e enxofre – e eles mataram um terço da raça humana. Os cavalos matavam com a boca e a cauda; as caudas em forma de serpente e com cabeça espalhavam a morte.

    20-21. Os homens e mulheres que sobreviveram, que não foram mortos por essas armas, continuaram com seu estilo de vida – não mudaram de vida, não pararam de adorar demônios, não deixaram de dar o primeiro lugar aos ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, que não podem ver, ouvir ou se movimentar. Não havia o menor sinal de mudança no coração deles. Simplesmente continuaram em sua vida de assassinatos, idolatria, promiscuidade e desonestidade.


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    As Trombetas da Destruição

    O Poço do Abismo é Aberto

    O quinto Anjo tocou a trombeta, e uma estrela caiu do céu com a chave do Poço do Abismo. Ao abri-lo, densas ondas de fumaça encobriram o sol e o ar. Dela emergiram gafanhotos com veneno de escorpião, instruídos a torturar os que não possuíam o sinal de Deus na testa, causando uma dor tão aguda quanto a picada de um escorpião.

    Os Gafanhotos Devastadores

    Os gafanhotos eram como cavalos de guerra, com coroas douradas, faces humanas, cabelos de mulher, dentes de leão e couraças de ferro. Com asas de carruagens indo para a batalha, possuíam caudas equipadas com ferrões, como escorpiões. Seu rei, chamado Abadom ou Apoliom, era o Anjo do Abismo. A tortura durou cinco meses, levando alguns a preferir a morte.

    Os Quatro Anjos no Eufrates

    O sexto Anjo tocou a trombeta, liberando Quatro Anjos presos no rio Eufrates. Aguardando um momento específico, foram soltos para matar um terço da humanidade. O exército, gigantesco em número, tinha cavaleiros com armaduras de fogo e cavalos de fogo, enxofre e fumaça, que mataram com suas bocas e caudas em forma de serpente.

    Persistência na Maldade

    Aqueles que sobreviveram às calamidades continuaram suas práticas pecaminosas. Eles adoravam ídolos de ouro, prata, bronze e madeira, mantendo seus corações endurecidos na idolatria, assassinato, promiscuidade e desonestidade, sem sinal de mudança.

    Palavras-chave:

    • Trombetas da Destruição,
    • Abertura do Abismo,
    • Gafanhotos Venenosos,
    • Cavaleiros do Fogo,
    • Persistência no Pecado,

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  • Apocalipse, 8

    1. Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, o céu ficou quieto – silêncio total por cerca de meia hora.

    SOANDO AS TROMBETAS
    2-4. Eu vi os Sete Anjos, que estão sempre de prontidão diante de Deus, levando sete trombetas. Outro anjo surgiu, com um incensário de ouro, e ficou diante do Altar. Ele recebeu grande quantidade de incenso para que pudesse oferecer as orações de todo o povo santo de Deus no Altar de Ouro perante o trono. Fumaça subia do incenso das orações dos santos, na presença de Deus, da mão do Anjo.

    5. Então, o Anjo encheu o incensário com fogo do Altar e o lançou sobre a terra. Houve trovões, vozes, relâmpagos e um terremoto.

    6-7. Os Sete Anjos estavam prontos para tocar as trombetas. Assim que a primeira trombeta soou, granizo e fogo misturado com sangue foram jogados na terra. A terça parte da terra secou, um terço das árvores e tudo que é verde queimou por completo.

    8-9. O segundo Anjo tocou a trombeta. Algo como uma imensa montanha de fogo foi lançada no mar. Um terço do mar virou sangue, um terço das criaturas do mar morreu e um terço dos navios afundou.

    10-11. O terceiro Anjo tocou a trombeta. Uma imensa estrela, que parecia uma tocha, caiu do céu, secando um terço dos rios e um terço das fontes. O nome da estrela era Absinto. Um terço da água se tornou amarga, e muita gente morreu porque a água estava envenenada.

    12. O quarto Anjo tocou a trombeta. Um terço do Sol, um terço da Lua e um terço das estrelas foram atingidos. Perderam um terço de seu brilho: de dia ou de noite, havia um terço menos de luz.

    13. Olhei, e uma águia solitária voava pelo céu, anunciando: Juízo! Juízo! Juízo a tudo que sobrou na terra! Ainda há mais três Anjos com suas trombetas. O juízo está chegando!


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    O Silêncio Celestial e a Preparação

    O Sétimo Selo é Aberto

    Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, o céu ficou em completo silêncio por meia hora, marcando um momento solene e de expectativa.

    A Soberania das Trombetas

    Os Sete Anjos e o Incenso

    Sete Anjos se posicionaram com trombetas, prontos para soar as suas mensagens. Um Anjo com um incensário de ouro apresentou as orações do povo santo a Deus. O incenso foi misturado com fogo e lançado à terra, desencadeando trovões, vozes, relâmpagos e um terremoto.

    Trombetas da Destruição

    O primeiro toque de trombeta trouxe granizo, fogo e sangue, queimando um terço da terra e das árvores.

    Uma montanha ardente foi lançada no mar pelo segundo toque, transformando um terço das águas em sangue e destruindo um terço das criaturas marinhas e dos navios.

    O terceiro toque trouxe uma estrela amarga chamada Absinto, que envenenou um terço das fontes e rios, causando a morte de muitas pessoas.

    O quarto toque afetou um terço do brilho do Sol, da Lua e das estrelas, lançando um terço de escuridão sobre o mundo.

    O Anúncio Aterrorizante

    Uma águia solitária sobrevoou os céus, clamando “Juízo! Juízo! Juízo!” sobre o que ainda restava na terra. Três trombetas ainda serão tocadas, anunciando mais juízos iminentes.

    Palavras-chave:

    • Abertura do Sétimo Selo
    • Trombetas da Destruição
    • Juízos Celestiais
    • Silêncio Celestial
    • Anúncio de Juízo
    • Impacto Cósmico

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  • Apocalipse, 7

    OS SERVOS DE DEUS
    1. Imediatamente vi Quatro Anjos de pé nos quatro cantos da terra, segurando firmemente os quatro ventos, para que nenhum vento soprasse na terra ou no mar, nem mesmo balançasse uma árvore.

    2-3. Então vi outro Anjo levantando-se onde nasce o Sol, trazendo o selo do Deus vivo. Ele trovejou para os Quatro Anjos designados para a tarefa de ferir a terra e o mar: Não firam a terra. Não firam o mar. Não firam nenhuma árvore até que eu tenha selado na testa os servos do nosso Deus.

    4-8. Ouvi o número daqueles que foram selados: cento e quarenta e quatro mil. Eles foram selados de cada tribo de Israel: doze mil selados de Judá, doze mil de Rúben, doze mil de Gade, doze mil de Aser, doze mil de Naftali, doze mil de Manassés, doze mil de Simeão, doze mil de Levi, doze mil de Issacar, doze mil de Zebulom, doze mil de José, doze mil de Benjamim.

    9-12. Olhei de novo e vi uma multidão imensa, grande demais para ser contada. Gente do mundo todo estava ali – todas as nações e tribos, todas as raças e línguas. E eles estavam de pé, vestidos de roupa branca. Carregavam folhas de palmeira e, diante do trono e do Cordeiro, cantavam bem alto: Salvação seja ao nosso Deus em seu trono. Salvação ao Cordeiro. Todos os que estavam em pé diante do trono – anjos, os Anciãos, os Vinte e Quatro Animais – prostravam-se diante do trono e adoravam a Deus, cantando: Amém A bênção e a glória e a sabedoria e as ações de graça, A honra e o poder e a força, Sejam ao nosso Deus para sempre e sempre Amém.

    13-14. Em seguida, um dos Anciãos se dirigiu a mim: Quem são esses, vestidos de roupa branca? De onde eles vêm? Surpreendido, respondi: Senhor, não faço ideia, mas tu deves saber.

    15-17. Então, ele me disse: Esses são aqueles que vêm da grande tribulação. Eles lavaram suas roupas no sangue do Cordeiro, por isso estão limpas assim. Eles permanecem de pé diante do trono de Deus e o servem dia e noite em seu templo. Aquele Que Está Assentado no Trono estenderá sua tenda até eles: nada mais de fome, de sede ou de calor abrasador. O Cordeiro no trono os pastoreará, guiando-os às fontes de água da Vida. E Deus vai enxugar cada lágrima dos olhos deles.


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    A Proteção dos Ventos e o Selo dos Servos

    Quatro Anjos e os Quatro Ventos

    No cenário celestial, quatro Anjos estavam posicionados nos cantos da Terra, segurando os quatro ventos para evitar qualquer perturbação na terra, mar e árvores.

    O Anjo do Selo

    Um outro Anjo, surgindo do leste, trazia o selo do Deus vivo. Ele ordenou aos quatro Anjos responsáveis por ferir a terra e o mar que esperassem, para que primeiro fossem selados os servos de Deus na testa.

    Os Selados e a Multidão Vestida de Branco

    Os Cento e Quarenta e Quatro Mil

    O número dos selados foi revelado – cento e quarenta e quatro mil. Eles vieram de todas as tribos de Israel, cada uma com doze mil representantes.

    Uma Multidão Incontável

    Uma multidão imensa, proveniente de todas as nações, tribos, raças e línguas, estava de pé diante do trono e do Cordeiro. Vestiam roupas brancas e carregavam folhas de palmeira, louvando a Deus e ao Cordeiro.

    A Origem e o Destino da Multidão

    Esclarecimento de um Ancião

    Um dos Anciãos questionou a identidade da multidão vestida de branco e de onde vinham. A resposta foi que eles vêm da grande tribulação, tendo lavado suas roupas no sangue do Cordeiro.

    Promessas de Conforto e Cuidado

    Essa multidão é vista em pé diante do trono de Deus, servindo-O continuamente no templo. O Cordeiro os pastoreará, garantindo que não sofram mais fome, sede ou calor. Deus enxugará todas as lágrimas de seus olhos.

    Palavras-chave:

    • Quatro Anjos e Quatro Ventos,
    • Selo Divino,
    • Cento e Quarenta e Quatro Mil,
    • Multidão Vestida de Branco,
    • Grande Tribulação,
    • Conforto Divino,
    • Cuidado do Cordeiro,

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  • Apocalipse, 6

    ABRINDO O LIVRO
    1-2. Eu observava, enquanto o Cordeiro abria o primeiro dos sete selos. Eu ouvi um dos Animais chamando bem alto: Venha! Olhei e vi um cavalo branco, Seu cavaleiro carregava um arco e ganhou uma coroa de louros. Ele cavalgou vitorioso, vencendo por onde ia.

    3-4. Quando o Cordeiro abriu o segundo selo, ouvi o segundo Animal gritar: “Venha!”. Outro cavalo apareceu, e esse era vermelho. Seu cavaleiro saiu para tirar a paz da terra. Por influência dele, as pessoas pisavam umas nas outras e matavam umas às outras. Ele recebeu uma grande espada.

    5-6. Quando ele abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro Animal gritar: Venha! Olhei, e agora lá estava um cavalo preto. Seu cavaleiro carregava diversas balanças. Eu ouvi uma mensagem (parecia vir dos Quatro Animais): Um quarto de trigo por um dia de salário, ou três quartos de cevada, além de todo o azeite e vinho que você quiser.

    7-8. Quando ele abriu o quarto selo, ouvi o quarto Animal chamar: Venha! Olhei e vi um cavalo sem cor, muito pálido. Seu cavaleiro se chamava Morte, e o Inferno o seguia de perto. Eles receberam poder para destruir a quarta parte da terra com guerra, fome, doenças e ataques de animais selvagens.

    9-11. Quando ele abriu o quinto selo, vi as almas daqueles que foram mortos por não negar o testemunho da Palavra de Deus. Eles estavam reunidos debaixo do Altar, e oravam em alta voz: Até quando, Deus Poderoso, Santo e Verdadeiro? Até quando vais esperar para nos vingar dos nossos assassinos? Então, foi entregue a cada mártir uma túnica branca, com a recomendação de que se sentassem e esperassem até que o número de mártires se completasse entre seus servos, companheiros e amigos na fé.

    12-17. Eu observava, enquanto ele abria o sexto selo: houve um grande terremoto, o Sol parecia ter sido pintado de preto, a Lua ficou sangrenta, as estrelas caíam do céu como figos sacudidosde uma árvore por um vento forte, o céu se abriu como um livro e as ilhas e montanhas eram abaladas. Então, o medo tomou conta de todos, e todos na terra corriam para se esconder – reis, príncipes, generais, ricos e poderosos e também gente simples, escravos ou livres. Eles se escondiam em cavernas nas montanhas e em covas nas rochas, pedindo às montanhas e rochas: Abrigo! Escondam-nos dAquele Que Está Assentado no Trono e da ira do Cordeiro O grande dia da ira deles chegou – quem pode suportar?


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    As Visões dos Selos Abertos

    O Cavalo Branco

    Quando o Cordeiro abriu o primeiro selo, um cavalo branco apareceu, montado por um cavaleiro vitorioso com um arco e uma coroa de louros, simbolizando triunfo.

    O Cavalo Vermelho

    Com a abertura do segundo selo, um cavalo vermelho surgiu, conduzido por um cavaleiro que perturbou a paz da terra, incitando conflitos e violência.

    O Cavalo Preto

    No terceiro selo, um cavalo preto apareceu, e seu cavaleiro portava balanças. O clamor das balanças refletiu a escassez econômica, com uma mensagem sobre os preços elevados dos alimentos básicos.

    O Cavalo Pálido

    Ao abrir o quarto selo, um cavalo pálido e seu cavaleiro chamado Morte foram revelados, acompanhados pelo Inferno. Eles receberam autoridade para causar morte e destruição por meio de guerras, fome, doenças e ataques de animais selvagens.

    As Súplicas e o Grande Terremoto

    As Almas Sob o Altar

    No quinto selo, almas daqueles que foram martirizados clamaram debaixo do Altar, buscando justiça. Foram dadas túnicas brancas a eles e instruções para aguardar até que o número de mártires se completasse.

    O Sexto Selo: O Grande Terremoto

    A abertura do sexto selo desencadeou um grande terremoto. O Sol se escureceu, a Lua parecia ensanguentada, e as estrelas caíam. Os poderosos da terra buscavam esconderijo, temendo a ira do Altíssimo.

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    • Cavalo Branco
    • Cavalo Vermelho
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    • Cavalo Pálido
    • Súplicas dos Mártires
    • Grande Terremoto
    • Esconderijo da Ira

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  • Apocalipse, 5

    O LEÃO É UM CORDEIRO
    A visão do livro selado com sete selos e a do Cordeiro

    1. Vi um livro em forma de rolo na mão direita dAquele Que Está Assentado no Trono. Estava escrito dos dois lados e selado com sete selos. Vi também um Anjo poderoso, chamando em voz alta, como um trovão: “Há alguém que possa abrir o livro, que possa romper seus selos”?

    3. Não havia ninguém – ninguém no céu, ninguém na terra, ninguém no mundo inferior – que pudesse abrir o livro e ler o que estava escrito.

    4. Chorei muito porque ninguém era capaz de abrir o livro para lê-lo. Mas um dos Anciãos disse: “Não chore. Olhe – o Leão da Tribo de Judá, a Raiz da Árvore de Davi, venceu, Ele pode abrir o livro e romper os selos.”

    6. Então olhei para o trono, com os Animais e Anciãos à volta dele, e vi o Cordeiro, abatido, mas ainda de pé. Ele tinha sete chifres e sete olhos, os Sete Espíritos de Deus enviados por toda a terra. Ele se aproximou dAquele Que Está Assentado no Trono e tomou o livro da mão direita. Assim que o pegou, os Quatro Animais e os Vinte e Quatro Anciãos prostraram-se e adoraram o Cordeiro. Cada um tinha uma harpa e uma taça, uma taça de ouro cheia de incenso, que são as orações do santo povo de Deus. E eles cantaram uma nova canção: Tu és Digno! Toma o livro, abre seus selos. Foste morto! Com teu sangue, compraste homens e mulheres. Compraste-os de volta de toda a terra. Compraste-os de volta para Deus. Fizeste deles um Reino, sacerdotes para nosso Deus, Reis sacerdotes para governar a terra.

    11. Olhei de novo. Ouvi muitos anjos à volta do trono, além dos Animais e Anciãos – dez mil vezes dez mil era o número deles, milhares e milhares, cantando: O Cordeiro que foi abatido é digno! Recebe o poder, a riqueza, a sabedoria, a força! Recebe a honra, a glória e a bênção! Então, ouvi todas as criaturas, no céu e na terra, no mundo inferior e no mar, juntas, todas as vozes em todos os lugares, cantando: Para Aquele Que Está Assentado no Trono! Para o Cordeiro! A bênção, a honra, a glória, a força, pelos séculos após séculos após séculos. Os Quatro Animais clamavam: “Amém!”. Os Anciãos se ajoelhavam e adoravam.


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    O Cordeiro e os Selos
    No capítulo 5 do livro de Apocalipse, João tem uma visão do céu onde ele vê um livro selado com sete selos. Ninguém é considerado digno de abrir o livro, o que traz tristeza a João. Um dos anciãos revela que o Leão da tribo de Judá é digno de abrir o livro. No entanto, quando João olha, ele vê um Cordeiro que foi morto, com sete chifres e sete olhos, sendo digno de abrir o livro. Isso simboliza Jesus Cristo, que é o único digno de revelar os mistérios do plano divino. Todos no céu louvam o Cordeiro e reconhecem seu poder e autoridade.

    Somos levados a uma visão celestial onde um livro selado com sete selos é apresentado. Ninguém é digno de abri-lo, exceto o Cordeiro de Deus, Jesus Cristo. Sua vitória sobre a morte e seu sacrifício são simbolizados pelo Cordeiro, que toma o livro das mãos daquele que está assentado no trono.

    Esse ato desencadeia uma celebração no céu, onde seres celestiais e criaturas vivas adoram o Cordeiro com cânticos de louvor e gratidão. Eles reconhecem que Cristo é digno de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor.

    Este capítulo enfatiza a soberania de Jesus sobre toda a criação e a redenção através de seu sacrifício. Ele é aquele que detém o destino da história e desvendará os eventos futuros por meio da abertura dos selos.

    A referência à “Raiz da Árvore de Davi” no capítulo 5 do livro de Apocalipse está associada a uma das características messiânicas de Jesus Cristo. Esse termo se encontra no verso 5:5, que na tradução “A Mensagem” de Eugene Peterson, diz:

    “Então um dos Anciãos me disse: ‘Não chore. Olhe! O Leão da tribo de Judá, o Descendente de Davi, venceu. Ele pode abrir o livro, pode romper seus sete selos!’”

    A expressão “Leão da tribo de Judá” e “Descendente de Davi” são ambos títulos atribuídos a Jesus Cristo como Messias. A menção à “Raiz da Árvore de Davi” está relacionada à genealogia de Jesus, traçando sua linhagem até o rei Davi, o grande líder e monarca do Antigo Testamento.

    Isaías 11:1 na Bíblia também se refere à “Raiz de Jessé”, que é uma maneira poética de se referir a Jesus como descendente de Davi, que era filho de Jessé. A ideia por trás dessa metáfora é que Jesus é a origem, o fundamento e o cumprimento das promessas feitas a Davi sobre a estabilidade de seu trono e reino (2 Samuel 7:12-16).

    Portanto, a “Raiz da Árvore de Davi” no contexto de Apocalipse 5 reforça a afirmação de que Jesus é o cumprimento das profecias e promessas messiânicas feitas ao rei Davi, mostrando que Ele é digno de abrir o livro selado e revelar os planos divinos.

    A frase “Fizeste deles um Reino” é uma expressão que pode ser encontrada na Bíblia, para descrever o relacionamento de Deus com seu povo. Essa frase é frequentemente usada para transmitir a ideia de que Deus concedeu autoridade, domínio e governança a um grupo específico, geralmente seus seguidores ou crentes.

    No contexto bíblico, essa expressão está relacionada ao conceito de que Deus, como soberano, estabelece Seu reino entre as pessoas que o seguem. Por exemplo, em passagens como Apocalipse 5:10, onde está escrito “Fizeste deles um Reino e sacerdotes para o nosso Deus; e eles reinarão sobre a terra”, a frase indica que aqueles que pertencem a Deus se tornam parte do Seu reino, compartilhando de sua autoridade e propósito divino.

    Essa expressão ressalta a ideia de que os seguidores de Deus não apenas experimentam uma conexão espiritual com Ele, mas também são chamados a participar da manifestação de Seu reino e propósito na Terra. É um convite para viver uma vida guiada por princípios e valores divinos, exercendo influência positiva no mundo ao redor.

    Veja também: Qual a função de um sacerdote?

    Mediação Espiritual: Um sacerdote muitas vezes age como um intermediário entre os fiéis e o divino, facilitando a comunicação, as orações e os rituais entre as pessoas e sua divindade ou divindades.

    Realização de Rituais e Cerimônias: Sacerdotes são responsáveis por conduzir rituais religiosos e cerimônias, como cultos, missas, casamentos, batismos, funerais e outras celebrações religiosas. Eles garantem que esses rituais sejam realizados corretamente e de acordo com os preceitos da religião.

    Ensino e Pregação: Sacerdotes frequentemente compartilham ensinamentos religiosos e pregações para instruir os fiéis sobre as crenças, valores e práticas da religião. Eles podem interpretar textos religiosos, fornecer orientação espiritual e responder a perguntas dos fiéis.

    Administração dos Sacramentos: Em muitas tradições cristãs, os sacerdotes são responsáveis por administrar os sacramentos, como a Eucaristia (Comunhão), a Confissão e o Crisma. Esses rituais têm um significado espiritual profundo para os seguidores.

    Aconselhamento e Orientação: Sacerdotes frequentemente desempenham um papel de aconselhamento espiritual e emocional. Eles estão disponíveis para ouvir os problemas e preocupações dos fiéis, oferecer conselhos e auxiliar na tomada de decisões baseadas nas crenças religiosas.

    Interpretação de Textos Religiosos: Em muitas tradições, os sacerdotes são responsáveis por interpretar os textos religiosos sagrados e explicar seu significado aos fiéis, ajudando-os a aplicar esses ensinamentos em suas vidas diárias.

    Pastoreio da Comunidade: Os sacerdotes muitas vezes têm a responsabilidade de liderar, pastorear e cuidar da comunidade religiosa, incentivando o crescimento espiritual, promovendo a união entre os membros e oferecendo apoio em momentos de dificuldade.


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  • Apocalipse, 4

    UMA PORTA PARA O CÉU
    1. Então olhei e – oh – uma porta aberta para o céu. A voz de trombeta, a primeira voz na minha visão, me chamou: Suba e entre. Vou mostrar o que está para acontecer.

    2-6. Fui apanhado de uma vez em profunda adoração e, oh – um trono no céu com Aquele Que Está Assentado no Trono, coberto de pedras preciosas de tom quase transparente e a chama de uma nuvem de esmeralda. Vinte e quatro tronos rodeavam o trono, com os Vinte e Quatro Anciãos sentados neles, com vestes brancas e coroas de ouro. Luzes de relâmpagos e trovões emanavam do trono. Sete tochas flamejantes estavam diante do trono (são os Sete Espíritos de Deus). Em frente ao trono havia como que um límpido mar de cristal.

    7-8. Caminhando ao redor do trono estavam Quatro Animais, cheios de olhos. Olhos para olhar para a frente, olhos para olhar para trás. O primeiro animal era como um leão, o segundo era como um boi, o terceiro tinha rosto humano e o quarto era como uma águia em voo. Os Quatro Animais eram alados, com seis asas cada um. Eles tinham muitos olhos, vendo ao redor e por dentro, e cantavam noite e dia, sem descanso: Santo, santo, santo É Deus, nosso; Senhor, Poderoso Soberano O Que Foi, Que É e Que Virá.

    9-11. Cada vez que os Quatro Animais davam glória e honra e ações de graça Àquele Que Está Assentado no Trono – que vive eternamente – Vinte e Quatro Anciãos prostravam-se perante ele. Eles adoravam O Que Vive Eternamente. Então, lançavam suas coroas aos pés do trono, cantando: Digno, ó Senhor Sim, nosso Deus Receba a glória A honra O poder Tu criaste todas as coisas Tudo foi criado por tua vontade.


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    Uma Porta para o Céu – Revelações Celestiais

    Este trecho descreve uma visão extraordinária de João, onde uma porta para o céu se abre, revelando um cenário celestial de adoração e majestade divina.

    O Trono Celestial:

    João testemunha um trono no céu, onde Aquele que está assentado no trono é cercado por vinte e quatro anciãos vestidos de branco, com coroas de ouro. Raios de luz, relâmpagos e trovões irradiam do trono, enquanto sete tochas flamejantes representam os Sete Espíritos de Deus. Diante do trono, há um mar de cristal e pedras preciosas, exibindo uma visão de indescritível glória.

    Os Quatro Animais:

    Quatro seres alados cercam o trono, cada um com características únicas. O primeiro é como um leão, o segundo como um boi, o terceiro tem um rosto humano e o quarto se assemelha a uma águia em voo. Esses seres, cheios de olhos, cantam incessantemente, proclamando a santidade e a soberania do Deus que é eterno e abrange passado, presente e futuro.

    Adoração Celestial:

    A cena revela um ciclo contínuo de adoração, onde os Quatro Animais dão glória e honra a Aquele que está assentado no trono, e os Vinte e Quatro Anciãos prostram-se perante Ele, lançando suas coroas como símbolo de reverência e submissão. Uma canção de louvor ressoa, exaltando a grandeza, glória e poder do Criador de todas as coisas.

    Palavras-Chave:

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    • Trono Divino
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    • Majestade de Deus
    • Glória Celestial
    • Eterna Soberania
    • Santidade Divina

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  • Apocalipse, 3

    PARA SARDES
    1. Escreva a Sardes, ao Anjo da igreja. Assim diz Aquele Que Tem os Sete Espíritos de Deus numa das mãos e as Sete Estrelas na outra: “Vejo o que você tem feito. Você tem reputação de ser dinâmico, mas a verdade é que está morto, sem vida como uma pedra.

    2. Ponha-se de pé! Respire fundo! Talvez ainda haja vida em você. Mas não dá para confirmar isso examinando o que você faz, pois nada da obra de Deus foi realizada. Sua condição é desesperadora. Pense no dom que você já teve nas mãos, a Mensagem que você ouviu, e apegue-se outra vez a ela. Volte para Deus! Se você puxar a coberta, cobrir a cabeça e dormir, sem ao menos lembrar de Deus, vou aparecer na hora em que você menos espera, como um ladrão de noite.

    4. Você ainda tem alguns seguidores de Jesus aí em Sardes, que não se contaminaram, que não chafurdaram na lama fétida dos caminhos do mundo. Eles vão marchar comigo num desfile triunfal! Eles provaram seu valor!

    5. Os vencedores vão marchar num desfile triunfal e terão o nome escrito no Livro da Vida para sempre. Vou liderá-los e apresentá-los pelo nome ao meu Pai e aos seus anjos.

    6. Seus ouvidos estão abertos? Então ouça. Ouça as Palavras do Vento, o Espírito soprando através das igrejas.

    PARA FILADÉLFIA
    7. Escreva a Filadélfia, ao Anjo da igreja. Assim diz o Santo, o Verdadeiro – aquele que tem a chave de Davi em sua mão, que abre portas que ninguém fecha e fecha portas que ninguém abre:

    8. Vejo o que você tem feito. Agora veja o que eu fiz. Abri uma porta para você, que ninguém pode fechar. Sei que você não tem muita força, mas fez o que pôde para preservar minha Palavra. Você não me negou nas horas mais difíceis.

    9. Observe o que vou fazer com aqueles que se dizem verdadeiro povo de Deus, mas não o são. Esses hipócritas pertencem é ao clube de Satanás. Quando eu puser abaixo as pretensões deles, eles serão obrigados a admitir que é você que eu amo.

    10. Você preservou minha Palavra com paciência e paixão, por isso vou mantê-lo a salvo no hora da prova que em breve chegará para toda a terra, para todo homem, mulher e criança.

    11. Estou a caminho. Em breve estarei aí. Apegue-se com firmeza ao que você tem para que ninguém o distraia e roube sua coroa.

    12. Vou fazer de cada vencedor uma coluna no santuário do meu Deus e dar-lhe uma posição de honra permanente. Então, vou escrever em vocês o nome das colunas: o Nome do meu Deus, o Nome da Cidade de Deus – a nova Jerusalém que desce do céu – e meu novo Nome.

    13. Seus ouvidos estão abertos? Então ouça. Ouça as Palavras do Vento, o Espírito soprando através das igrejas.

    PARA LAODICEIA
    14. Escreva a Laodiceia, ao Anjo da igreja. Assim diz o Amém de Deus, a Testemunha Fiel e Exata, a Origem da criação de Deus:

    15. Conheço você por dentro e por fora e vejo pouca coisa que me agrade. Você não é frio e também não é quente – melhor que fosse frio ou quente. Você está estragado, apodrecido e me causa ânsia de vômito. Você alardeia: ‘Eu sou rico, faço e acerto, não preciso de nada nem de ninguém’, mas você é desprezível, um mendigo cego, esfarrapado e sem casa.

    18. Saiba o que quero que você faça: compre ouro de mim, ouro refinado pelo fogo. Então, você será rico. Compre roupas de mim, roupas desenhadas no céu. Você já andou por aí seminu por muito tempo. E compre de mim remédio para os olhos, assim poderá ver, enxergar de verdade.

    19. Costumo chamar à responsabilidade aqueles a quem amo – para incentivar, corrigir e guiar, para que vivam da melhor maneira. Levante-se, então! Faça meia-volta! Busque a Deus!

    20. Olhe para mim. Estou batendo à porta. Se você ouvir meu chamado e abrir a porta, vou entrar e jantar com você. Os vencedores vão se sentar comigo à cabeceira da mesa, assim como eu, depois de vencer, tomei o lugar de honra ao lado do meu Pai. Esse é o meu presente aos vencedores!

    22. Seus ouvidos estão abertos? Então ouça. Ouça as Palavras do Vento, o Espírito soprando através das igrejas.


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    Cartas às Igrejas – Mensagens de Jesus

    O capítulo 3 do Apocalipse traz as cartas enviadas por Jesus a mais duas igrejas: Sardes e Filadélfia. Nessas mensagens, Jesus repreende, elogia e orienta as igrejas de acordo com suas características e ações.

    Igreja de Sardes:

    Jesus exorta a igreja de Sardes a despertar e fortalecer o que ainda resta, pois embora tenha uma reputação de estar viva, está à beira da morte espiritual. Ele os chama ao arrependimento e os encoraja a perseverar e agir de acordo com a verdade.

    Igreja de Filadélfia:

    A igreja de Filadélfia recebe elogios por sua fidelidade e perseverança diante das portas abertas por Deus. Jesus promete proteger e abençoar essa igreja, e os encoraja a permanecerem firmes, pois Ele é o Senhor das oportunidades.

    As mensagens contidas nessas cartas carregam lições atemporais para as igrejas e crentes de todas as eras, instando-os a permanecerem fiéis, vigilantes e comprometidos com a verdade do Evangelho.

    Palavras-Chave:

    • Apocalipse 3
    • Cartas às Igrejas
    • Mensagens de Jesus
    • Igreja de Sardes
    • Igreja de Filadélfia
    • Fidelidade Espiritual
    • Obediência ao Evangelho
    • Arrependimento e Renovação

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