O CASTIGO DA GRANDE BABILÔNIA
1-8. Em seguida, vi outro Anjo descer do céu. Sua autoridade era imensa, seu brilho ofuscou aterra e sua voz parecia um trovão: Caiu, caiu! A Grande Babilônia caiu! Uma cidade-fantasma para os demônios foi o que restou. Um lugar para os espíritos imundos, lugar para aves repugnantes. Todas as nações beberam o vinho forte de sua prostituição; os reis da terra se prostituíram com ela; os empresários que a exploravam fizeram milhões. Então, ouvi outro brado do céu: Saia, povo meu, o mais rápido que puder, para que você não se misture com os pecados dela, para que você não seja apanhado no juízo dela. O mau cheiro dos pecados dela atinge o céu; Deus se lembrou de todo mal que ela fez, Devolvam a ela o que ela deu; que ganhe em dobro o que duplicou em suas obras; dobrem o conteúdo no cálice que ela misturou. Sejam transformados em tormento e lágrimas seus caminhos rebeldes e arrogantes. Porque ela se gabou: Sou rainha sobre todos, não sou viúva, não tenho lágrimas. Num único dia, desastres a esmagarão – morte, mágoa e fome – Então, ela será queimada pelo fogo, porque Deus, o Deus Poderoso que a julga, já está farto de sua maldade.
9-10. Os reis da terra vão ver a fumaça de seu incêndio e vão chorar muito, os reis que iam, noite após noite, ao seu bordel. Eles manterão distância, com medo de serem queimados, e vão lamentar: Destruição, destruição; a Grande Cidade está destruída! Cidade da Babilônia, cidade poderosa! Em uma hora está acabada; seu castigo chegou!
11-17. Os mercadores vão chorar e lamentar a queda nos negócios, pois não haverá mais mercado para seus produtos: ouro, prata, pedras preciosas e pérolas; tecidos de linho fino: púrpura,seda e escarlate; madeira aromática e peças de marfim, madeiras preciosas, bronze, ferro e mármore; canela e especiarias, incenso, mirra e perfumes; vinho e azeite, farinha e trigo; gado, ovelhas, cavalos e carruagens. E escravos – o terrível tráfico de vidas humanas. Tudo pelo qual você viveu se foi Todo luxo aprazível e refinado está perdido Nada ficou; nenhum fio restou! Os mercadores que fizeram milhões com esse comércio mantinham-se a distância, com medo de serem queimados, lamentando ainda mais: Destruída, destruída; a Grande Cidade está destruída. Vestida com a última moda, adornada com as mais finas joias, em uma hora toda essa riqueza acabou!
18-19. Todos os capitães de navios e os que viajavam pelo mar, marinheiros, trabalhadores do mar mantinham distância, lamentando ao ver a fumaça do incêndio: Oh, que cidade! Nunca houve uma cidade como esta! Eles jogavam pó sobre a cabeça e choravam como se o mundo tivesse acabado: Destruída, destruída, a Grande Cidade destruída! Todos os que possuíam navios ou negociavam pelo mar, ficaram ricos com seu consumismo. E agora tudo se foi – acabou em uma hora!
20. Ó céu, comemore! Juntem-se a nós, santos, apóstolos e profetas Deus a julgou; todo mal que vocês sofreram foi julgado.
21-24. Um Anjo forte pegou uma pedra – imensa, como uma pedra de moinho – e a lançou no mar, dizendo: Pesada e afundada, a grande cidade da Babilônia afundou no mar, nenhum sinal dela se verá mais. Acabou a música dos harpistas e cantores – você nunca mais vai ouvir flautas e trombetas outra vez. Artesãos de todo tipo se foram; você nunca mais vai vê-los de novo. O som do moinho trabalhando cessou; você nunca mais vai ouvir esse som. A luz de lâmpadas, nunca mais; nunca mais o riso de noivos e noivas. Seus negociantes seduziram toda a terra, e por segredos de feitiçaria enganaram as nações. A única coisa que restou da Babilônia foi o sangue – o sangue dos santos e profetas, os assassinados e martirizados.
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Resumo de Apocalipse 18: No auge do poder e da riqueza, a Grande Babilônia reinava, seduzindo nações com suas artimanhas e enganos. Mas, de repente, como um estrondo do céu, veio a queda! Um Anjo resplandecente proclamou sua derrocada, e a cidade transformou-se em ruínas, um lar para espíritos imundos. Os reis choraram, os mercadores lamentaram, e os capitães dos mares jogaram pó sobre suas cabeças, testemunhando a devastação.
Toda a luxúria e excesso foram engolidos pelo fogo, a cidade consumida por seu próprio egoísmo. Os mercadores lamentaram a perda de suas riquezas, enquanto os marinheiros olhavam, atônitos, para o desaparecimento da próspera metrópole. Mas o céu celebrou, pois o julgamento divino tinha sido feito, e os santos, apóstolos e profetas se uniram em aclamação.
E assim, a Grande Babilônia foi varrida pelo oceano, seus encantos desvaneceram-se como fumaça. O fim da música, das risadas e da ostentação ecoou pela terra. O castigo por seus pecados tinha chegado, e os segredos de sua feitiçaria não a pouparam. Somente o sangue dos inocentes permaneceu, clamando por justiça. A cidade caíra, mas a justiça prevalecera, encerrando um capítulo de orgulho e excessos.
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